Iraque: Segundo a OMS, 120 mortes violentas por dia entre 2003 e 2006 PDF Imprimir E-mail
Internacional
AFP   
Qua, 09 de janeiro de 2008 11:59

Desde março de 2003, data da invasão americana ao Iraque, até junho de 2006, 120 pessoas, em média, foram vítimas de morte violenta por dia nesse país, de acordo com um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgado nesta quarta-feira.

Segundo o informe, o primeiro deste tipo, entre 104.000 e 223.000 iraquianos faleceram "por morte violenta" no referido período. Mais da metade das mortes ocorreu em Bagdá, acrescentou o estudo disponibilizado no site do "New England Journal of Medicine".

Desde março de 2003, a violência se tornou a principal causa de falecimento para os homens iraquianos entre 15 e 59 anos.

Para realizar o estudo, a OMS se baseou nos dados coletados após visitar 9.345 casas espalhadas em mais de mil bairros e povoados de todo o país.

"Na ausência de uma contabilidade completa da mortalidade por parte dos serviços civis e os hospitais, as pesquisas nos lares são o melhor método de que dispomos", garantiu um dos autores do estudo, Mohamed Ali.

"Os números que se extraem dessa pesquisa são três vezes mais elevados do que os oferecidos pela (ONG) Iraq Body Count, com base em um estudo sistemático do que é publicado na imprensa", destacou Naeema Al Gasseer, representante da OMS no Iraque.

 

 
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  1. Sinto vergonha (dos USA) ao ler matérias como esta e ver que por ação, também repudiada, talvez de tamanho menos gigantesco o presidente Milosevic fora condenado por crime de genocídio. O que difere George W. Bush diante das afirmações blefantes de armas de destruição em massa em poder do então ditador Iraquiano Sadan Hussain? Passo aqui ainda para questionar que é ridícula, extremamente ridícula a idéia de que os norte-americanos são apenas patriotas. Não posso chamar isso de patriotismo, ainda que exacerbado. Não acredito que Obama será o "salvador" da economia mundial. Entretanto, tenho motivos discretos, momentaneamente, para afirmar que este presidente tão celebrado pelo mundo inteiro, será um dos maiores vilões da história econômica mundial. Sobre a nota da matéria, vai 10 pela coragem de expô-la na web. Quanto a mim, sou apenas um professor insatisfeito com as mentiras dos 'deuses americanos', salvadores do mundo.

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