|
Fundação Lauro Campos
|
|
Entre 01 e 07 de setembro a sociedade brasileira poderá votar no Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra no Brasil, o que representa uma oportunidade para população dizer se é a favor ou contra a concentração de terras no País.
|
|
Leia e comente...
|
|
|
Luis Nassif
|
|
O Ficha Limpa foi um projeto de iniciativa popular que tem como objetivo proibir a candidatura de políticos condenados pela justiça. Tudo muito lindo. Com tamanha pressão popular, mais de um milhão de assinaturas, o projeto foi aprovado e já está em funcionamento nas eleições desse ano. Vamos analisar duas situações diferentes. Primeiro, um candidato julgado se livra do Ficha Limpa. No outro, um candidato é punido por apoiar um movimento social.
|
|
Leia e comente...
|
|
Fidel Castro
|
|
Há uns dias, foi publicado um artigo que continha realmente muitos fatos relacionados com o vazamento de óleo ocorrido há 105 dias. O presidente Obama havia autorizado a extração de petróleo confiando na capacidade da tecnologia moderna para a produção de petróleo, do qual ele queria dispor abundantemente para livrar os Estados Unidos da dependência do exterior dos fornecimentos desse vital produto para a civilização atual. O consumo excessivo deste país já havia suscitado o enérgico protesto dos ambientalistas. Nem sequer George W. Bush se atreveu a dar esse passo, devido às experiências amargas sofridas no Alasca com um navio-petroleiro que transportava o combustível ali extraído.
|
|
Leia e comente...
|
|
|
Maurício Savarese
|
|
"Senhor Joseph Blatter, um pagamento secreto de uma empresa de marketing chegou por acidente à conta bancária da Fifa. Para quem era?" Essa pergunta, feita ao presidente da entidade em 2004 durante uma entrevista coletiva na Tunísia, mudou a vida do jornalista Andrew Jennings, hoje aos 67 anos de idade. Desde então, ele se tornou persona non grata pela entidade. Jennings diz que o pagamento secreto se destinava a dirigentes da entidade.
|
|
Leia e comente...
|
|
Cristina Soreanu Pecequilo
|
|
De forma realista e pragmática, uma operação militar no Irã, ou mesmo bombardeios aéreos a instalações nucleares que seriam identificadas como riscos, é inviável no atual quadro regional, uma vez que colocaria em xeque as retiradas no Iraque e no Afeganistão e sinalizaria novos engajamentos em um momento no qual a opinião pública dos EUA se mostra contrária a operações externas. Dentro da lógica ofensiva de certos setores, e da perspectiva indicada por Emmanuel Todd de "teatralização" dos conflitos e da necessidade de "bater no fraco por não poder enfrentar o forte", é preciso avaliar que nem sempre as motivações que impelem os norte-americanos à guerra são aquelas que se encontram mais visíveis.
|
|
Leia e comente...
|
|
|
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>
|
A tendência à barbárie e as perspectivas do socialismo
Fundador do PT, em greve de fome, é atendido pelo serviço médico da Câmara
A aliança
Tudo que sei é que não sou marxista
O assanho das pitonisas e o deficit